O Secretário de educação da cidade de Jundiaí, Sr. Durval Orlato, declarou que irá reduzir o horário de aula de 7 escolas em Jundiaí. A população que tem ligação direta com essas escolas estão revoltadas.
A explicação vinculado nos meios de comunicação dada pelo Sr. Secretário é assustadora, pense só, reduzir o horário de aula é uma demanda dos pais. hahahah Ele esta de brincadeira.
Hoje, se o casal trabalhar, provavelmente terão renda para arcar com aquilo que o Estado tem obrigação Legal de conceder, transporte, educação, saúde, moradia e lazer. Se você não tem muita familiaridade com o sistema Legal que impera no Brasil, não fique assustado, a única coisa que justifica a cobrança de impostos é o custo social.
Jundiaí sempre foi destaque positivo para o Brasil quando falamos de educação publica e, em menos de 1 ano, continuamos a ser destaque, só que de maneira negativa.
Não podemos permitir que o Município reduza o tempo de aula das nossas crianças.
Se o Sr. Secretário pensa em reduzir o tempo de aula para satisfazer alguns pais, por que não abre novas turmas de meio período, afinal, a fila de espera é imensa e aumentar novas turmas vai de encontro com as promessas de campanha.
O Partido Renovador Trabalhista Brasileiro de Jundiaí repudia a redução do horário na educação e vai lutar bravamente para que a educação seja ampliada.
Prometer que vai acabar com as filas nas creches foi prometido pelo Prefeito na eleição e depois que ganhou quer reduzir até o horário de aula.
A Câmara Municipal de jundiaí foi surpreendida pelos pais dos alunos afetados pela redução de horário e diante dos protestos não pareceu estarem satisfeitos.
Até os vereadores da base do prefeito tiveram que reconhecer a verdadeira vontade dos pais que se organizarão e protestaram contra essa mudança.
Pedro Bigardi, o PRTB de jundiaí acredita a mudança esperada e prometida em campanha pelo PT e PC do B não é a de acabar com a educação do Município.
Queremos o fim das filas nas creches e educação de qualidade e em período integral.
Jundiaí, 06 de novembro de 2013.
Marco Vicensio

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